Viaggio in Islanda

Legionários Sempre!

Ser legionário de Maria é como o bater do coração: sempre! É como a respiração: sempre! Não é como um vestido que se tira e se põe, é uma maneira concreta de ser cristão e é-se sempre: a dormir, acordado, doente e são, trabalhando ou descansando; assim temos de ser legionários de Maria: sempre!
Natal, Deus connosco e nós em Deus
Quarta, 28 Dezembro 2011 12:56

O Natal é uma festa especial, um dia de encanto e de magia. É uma festa diferente,

porque envolve a totalidade da vida humana. Na Igreja, o Natal é preparado através

de uma espiritualidade própria que nos convida  a entender o Natal como nascimento

do Messias, o Slavador. A sociedade preocupa-se mais com a publicidade e o

comércio. A rica simbologia desta festa confunde Jesus com o Pai Natal, iguala

a manjedoira ao presépio, nivela os pobres José e Maria com todas as mães e pais

que sustentam as suas famílias, identifica os magos do Oriente com as pessoas que

trocam presentes e votos de Feliz Natal. No nascimento de Jesus, o céu e a terra

abraçam-se, o sagrado e o profano fundem-se, Deus e a humanidade se identificam.

Tudo porque Deus se encarnou, a divindade se humanizou, o criador fez-se criança.

Quem não se comove diante do nascimento de uma criança? Cada criança que

nasce é um sinal de que a vida não pára. Cada mãe e cada pai que geram uma

criança é garantia segura de que Deus continua a amar a humanidade. Cada família

que se respeita e se ama é afirmação certa de queo Natal é uma realidade. E o

interessante é que Deus quer manter essa comunicação connosco. E o Natal é o

momento próprio para sintonizar com a comunicação divina. Jesus deseja nascer

no nosso coração. Maria e José batem à porta da nossa casa. A família de Nazaré

pede licença para entrar. Não há lugar para eles na hospedaria. Eles querem

hospedar-se no nosso coração. Vamos acolhê-los?

O acolhimento é um dos gestos mais nobres do ser humano. Ser rejeitado, ao invés

de uma experiência desoladora. Pois bem, Jesus foi acolhido por Maria e por José.

Mas foi rejeitado por Herodes e os grandes da época. Jesus foi acolhido pelos

pastores e pelos pobres. Mas foi rejeitado pelos nobres e poderosos, que se

sentiram ameaçados. Por isso mesmo, teve de nascer numa gruta, rodeado de

animais. Recebeu carinho da mãe ne do pai que o amaram profundamente. Neste

amor que gera a vida, está a essência do Natal.

Por isso, maravilhados, contemplamos o nascimento de Jesus. É um recém-nascido...

é Deus Omnipotente e é também um de nós. Veio À terra devolver-nos a condição

de filhos de Deus. Mistério admirável! Mistério de paternidade amorosa, de

fraternidade partilhada e responsável pelo destino de toda a humanidade.

Pe. Fernado Eusébio de Castro

 

 
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